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Restauro e pintura de fachadas em Lisboa

Uma fachada bem tratada começa por perceber porque é que a anterior falhou. Limpamos, reparamos e só depois pintamos, com o sistema certo para o reboco que lá está.

Prédio vermelho com cantarias brancas em Lisboa, sob um céu azul
Quando a pintura de uma fachada não dura, a culpa quase nunca é da tinta. É da humidade presa na parede, que empurra a tinta para fora por trás.O princípio de todas as nossas obras de exterior

Antes e depois

A mesma fachada, antes e depois

Fachada do prédio antes da obra, com reboco manchado e escurecido
Antes
A mesma fachada depois da obra, branca, com cantarias e varandas limpas
Depois
Prédio de fachada branca, Lisboa
Fachada do prédio antes da obra, com o azul desbotado e manchado
Antes
A mesma fachada depois da obra, em azul vivo com cantarias claras
Depois
Prédio de fachada azul, Lisboa

O que fazemos

Do diagnóstico ao último retoque

  • Vistoria com mediçõesMedidor de humidade, mapeamento de fissuras e registo fotográfico datado. Coberturas e zonas altas inspecionadas com drone.
  • Limpeza e tratamento biológicoLavagem e tratamento de fungos, algas e líquenes, com o tempo de atuação que o produto pede.
  • Rebocos e fissurasRemoção do que está solto, reparação com argamassas compatíveis e tratamento de cada fissura conforme o seu tipo.
  • Frisos, platibandas e peitorisPendentes, pingadeiras e selagens nos sítios onde a água pára e entra.
  • Juntas de dilataçãoRemoção total da massa antiga e selagem com vedante elástico, para a junta se poder mover.
  • Azulejos de fachadaVerificação por percussão, remoção segura dos que soam a oco e reposição.
  • Madeiras e serralhariasPortas, portadas, gradeamentos e varandas: remoção das tintas antigas, tratamento anticorrosivo e esmalte.
  • Pintura e proteçãoTintas minerais de silicato ou sistemas acrílicos, conforme o suporte, e hidrofugantes incolores quando o aspeto do prédio deve manter-se.

A ordem certa

Parar a água, secar, sanear, reparar. Só depois, acabar.

Nenhum acabamento corrige um suporte errado. Uma obra orçamentada com a tinta à frente da causa está orçamentada para falhar.

  1. Parar a água

    Encontrar por onde entra e fechar esse caminho.

  2. Secar

    Dar tempo à parede e confirmar com o medidor.

  3. Sanear

    Retirar reboco solto, sais e tinta sem aderência.

  4. Reparar

    Argamassas e vedantes compatíveis com a parede.

  5. Acabar

    O sistema de pintura certo, em panos completos.

Dedo a apontar uma fissura fina num reboco exterior cor-de-rosa
Fissura a partir do canto de uma cantaria, registada numa vistoria em Lisboa.

A vistoria

O que fazemos antes de falar em preço

Uma boa proposta nasce de uma boa vistoria. Na visita ao prédio:

  • medimos a humidade do reboco em vários pontos e anotamos as leituras;
  • medimos a largura das fissuras e vemos se são superficiais ou se pedem outra atenção;
  • testamos a aderência da tinta existente antes de prometer uma repintura;
  • identificamos a natureza da tinta antiga, porque é ela que decide o sistema novo;
  • fotografamos cada anomalia com data, para ficar no orçamento.

No fim, dizemos-lhe o que encontrámos. Se a origem do problema não for trabalho de pintor, dizemos isso também.

Andaimes, licenças e avisos

Tratamos do andaime e do pedido de ocupação de via pública. Preparamos e afixamos os avisos aos moradores, com datas, horários e cuidados. Tudo isto vem discriminado na proposta, sem linhas escondidas.

Perguntas sobre obras de fachada

Qual é a melhor altura do ano para pintar uma fachada em Lisboa?

De setembro a novembro e na primavera. Em julho e agosto o calor nas fachadas expostas seca a tinta depressa demais, e no inverno a chuva atrasa os trabalhos. O inverno é a melhor altura para decidir, para depois executar com bom tempo.

Tratam do andaime e das licenças?

Sim. O andaime, a licença de ocupação de via pública e os avisos aos moradores ficam a nosso cargo e vêm discriminados na proposta.

Podem pintar só a parte que está mal?

Pintamos sempre panos completos, de aresta a aresta. Um remendo de tinta nota-se sempre, por muito boa que seja a afinação da cor.

E se a fenda for estrutural?

Dizemos-lho. Uma fenda que ainda se move não é trabalho de pintor: colamos testemunhos de gesso, registamos com fotografias datadas e recomendamos a avaliação por um engenheiro antes de qualquer custo adicional.

Mostre-nos a parede

Duas fotografias e uma frase chegam para começarmos. Dizemos-lhe o que nos parece e marcamos a vistoria.

Ou ligue: +351 917 230 287
Jacarandá em flor junto a uma fachada lisboeta
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