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Obras de fachada para condomínios, explicadas para uma assembleia

A decisão é tomada à mesa, por pessoas que não são técnicas, a comparar três documentos. A nossa proposta foi escrita para essa mesa.

Prédio de esquina em Lisboa, revestido a azulejo azul e branco, com varandas de ferro

O que o condomínio recebe

Uma proposta que sobrevive à reunião

  • Diagnóstico com fotografiasA proposta diz por onde entra a água e mostra-o, em vez de se limitar a propor pintar por cima.
  • Preço fechado, imprevistos tabeladosO receio de uma assembleia não é o preço, é o extra. Os imprevistos mais comuns ficam com preço fixado na proposta.
  • Uma página para a assembleiaUm resumo destacável, feito para ser lido em voz alta: custo total, exemplo por fração e o que distingue a proposta.
  • Presença na reuniãoEstamos presentes na assembleia para responder às perguntas dos condóminos.
  • Menos trabalho para a administraçãoAvisos aos moradores preparados e afixados por nós, e relatório fotográfico semanal do andamento.
  • Pagamento que protege o condomínioA última prestação só é paga depois da vistoria final e da aprovação da obra.
  • Garantia por escritoGarantia de mão-de-obra entregue por escrito no final, e inspeções de acompanhamento com relatório fotográfico.
  • Andaime e licençasTratados por nós e discriminados na proposta.
Fachada de um prédio em Lisboa antes da obra
Antes
A mesma fachada depois da obra
Depois
Obra nossa: fachada de um prédio em Lisboa, antes e depois.

Para levar à reunião

Oito perguntas a fazer a qualquer orçamento

São as perguntas que costumam aparecer na assembleia quando já é tarde. Faça-as a qualquer empresa, incluindo a nós.

  1. Se aparecer um problema a meio da obra, quem decide e quanto custa?
  2. O preço inclui o andaime, a licença da Câmara e a proteção dos carros e das varandas?
  3. Quanto tempo fica o andaime montado, e o que acontece se chover?
  4. Como fica o dia a dia dos moradores: janelas, estendais, entrada do prédio?
  5. Quem é o responsável em obra, e como vamos saber o que se passa?
  6. Se um carro, um vaso ou uma varanda for danificado, quem paga?
  7. A última prestação é paga antes ou depois de vermos a obra acabada?
  8. Se a tinta descascar daqui a três anos, quem volta cá?

Ler a explicação de cada pergunta

Calendário

Quando decidir, quando executar

Um orçamento que chega depois de a convocatória sair espera, muitas vezes, um ano inteiro.

QuandoO que aconteceO nosso conselho
Dezembro a fevereiroPreparam-se as assembleiasPedir vistorias e orçamentos agora, para entrarem na ordem de trabalhos
Janeiro a marçoAssembleias de condóminosLevar a proposta com a página para a assembleia
Abril a junhoAdjudicação e agendamentoReservar a janela de execução e tratar das licenças
Setembro a novembroA melhor janela de execução em LisboaExecutar com tempo estável e temperaturas moderadas

A regra dos oito anos

A lei portuguesa prevê que os edifícios sejam objeto de obras de conservação pelo menos uma vez em cada período de oito anos (artigo 89.º do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação). Na prática, o que decide é o estado do prédio. Saiba como avaliar.

Perguntas de administradores e condóminos

O custo é dividido em partes iguais?

Não. Segue a permilagem de cada fração. Na proposta damos um exemplo por fração, para facilitar a conta, e indicamos que a divisão real segue a permilagem.

Podem tratar só a causa das infiltrações, sem pintar o prédio todo?

Sim, e muitas vezes é a opção certa: tratar frisos, juntas e fissuras e aplicar um hidrofugante incolor, mantendo o aspeto do prédio.

A junta com o prédio vizinho é responsabilidade de quem?

É comum aos dois edifícios. O custo pode ser dividido com o condomínio vizinho e faturado em separado a cada um.

Reparam o interior das frações afetadas?

Sim, com orçamento fração a fração, depois de as paredes secarem. Pintar o interior antes de tratar a fachada é deitar dinheiro fora.

Que documentos apresentam?

Seguro de responsabilidade civil e declarações de situação regularizada perante a Autoridade Tributária e a Segurança Social, quando pedidas. Dizemos-lhe sempre com clareza o que temos.

Mostre-nos a parede

Duas fotografias e uma frase chegam para começarmos. Dizemos-lhe o que nos parece e marcamos a vistoria.

Ou ligue: +351 917 230 287
Jacarandá em flor junto a uma fachada lisboeta
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